Não sabe quantas revisões você combinou. Não sabe quando o pagamento vence. Não diz o que acontece se o cliente sumir no meio do projeto.
E é exatamente sobre isso que a discussão vai ser.
A gente escreve contrato para quem vende serviço no digital. Sem juridiquês, sem catorze páginas, prontos para você preencher e usar no próximo trabalho.
Cada kit foi feito para um tipo de trabalho. Se você faz mais de um, o kit agência sai bem mais em conta.
Todos os contratos, para quem atende cliente de vários tipos.
Para quem cuida das redes de outras pessoas e vive ouvindo "só mais um ajustezinho".
Para quem opera a conta, o dinheiro e a reputação de outra pessoa.
Para quem entrega site e continua dando suporte de graça meses depois.
A MM é uma advogada e dois empresários que vivem do digital há anos.
A parte jurídica é dela: é a Milena que redige cada cláusula, define o que protege você de verdade e o que é só enfeite, e garante que o documento se sustente se um dia precisar ser usado.
A outra metade vem de quem está do outro lado do balcão todo dia. A gente gerencia tráfego, fecha projeto, entrega para cliente e já viveu o escopo que dobra no meio do mês, o pagamento que não chega e a discussão que ninguém consegue provar porque ficou tudo no WhatsApp.
É esse encontro que faz a diferença: o contrato tem o rigor de quem entende de direito e a linguagem de quem entende do seu trabalho.
Operação maior, com sócio, recorrência ou risco específico não cabe em modelo pronto. Quando é assim, a gente escreve do zero, para o seu caso.
Falar com a genteOs kits cobrem prestação de serviço no digital, em regime mensal ou por projeto, que é a realidade da maior parte de quem trabalha com social media, tráfego e desenvolvimento web. Se a sua operação é maior, tem sócio, recorrência complexa ou risco específico, um modelo pronto não dá conta. Nesse caso a gente escreve do zero, para o seu caso. É só chamar a gente no WhatsApp que a gente te diz em dois minutos qual caminho faz sentido, sem compromisso.
Dá. Os arquivos vêm em Word, com as lacunas indicadas e um guia de preenchimento que explica cláusula por cláusula o que escrever, com exemplo e o erro mais comum. Você preenche com os seus dados e os do cliente e usa no próximo trabalho.
O problema do modelo genérico não é o que está escrito nele, é o que não está. Ele não sabe quantas revisões você combinou, qual o prazo de pagamento, de quem são os acessos ou o que acontece se o cliente sumir no meio. E é exatamente sobre isso que a discussão vai ser quando der problema.
Na hora. O acesso é liberado automaticamente assim que o pagamento é confirmado, e você recebe um e-mail com o login para baixar os arquivos.
Você tem 7 dias para pedir o dinheiro de volta, sem precisar justificar nada. É o seu direito por lei e a gente não cria dificuldade.